Regras para a Publicação de Artigos no sítio da DIPROF

A DIPROF apresenta as seguintes regras de estilo e conteúdo:

  1. Os Artigos devem ser escritos numa linguagem simples e compreensível ao público em geral.
  2. Os Artigos devem ser assinados com os nomes reais do/s autor/es.
  3. Os Artigos devem visar um tema específico na área da profissão de professor e da educação em geral, tendo especial prioridade as questões ligadas à Ordem dos Professores.
  4. O envio da proposta de Artigo deverá ser realizado por email para: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
  5. Formato do texto: letra arial, tamanho 12, espaçamento 1,5. Dimensão máxima: 1 folha A4.
  6. Os Artigos devem ser utilizados para defender pontos de vista informados, relevantes e intelectualmente honestos, mantendo sempre o espírito de democrático e evitando o confronto verbal e “perseguições” a outros autores/professores.
  7. A DIPROF reserva o direito de editar gralhas e erros de ortografia ou pontuação nos Artigos dos autores.
  8. A DIPROF aceita (e agradece) todas as críticas ao seu trabalho, desde que estas sejam escritas com cordialidade e com a intenção de corrigir ou enriquecer a informação prestada pela Associação. Ataques dirigidos individualmente a professores, a outros profissionais ou a qualquer elemento da DIPROF não serão aceites.

 

Os Artigos só serão publicados se estiverem de acordo com os critérios. Se violarem algum dos pontos, deverão ser rejeitados.Os Artigos devem ser escritos integralmente em português, salvo referências pontuais noutros idiomas, como nos casos de títulos de livros, outros artigos, locais ou expressões idiomáticas.

  1. São impublicáveis acusações de carácter criminal, insultos, linguagem grosseira ou difamatória, violações da vida privada, incitações ao ódio ou à violência, ou que preconizem violações de direitos humanos.
  2. São intoleráveis Artigos racistas, xenófobos, sexistas, obscenos, homofóbicos, assim como de tom extremista, violento ou de qualquer forma ofensivo em questões de etnia, nacionalidade, identidade, religião, filiação política ou partidária, clube, idade, género, preferências sexuais, incapacidade ou doença.
  3. É inaceitável conteúdo comercial, publicitário, partidário ou propagandístico.
  4. Os Artigos não podem ser escritos integralmente em maiúsculas ou em parte, para destacar nomes ou outros elementos do texto. As maiúsculas devem ser usadas apenas no início das frases e em siglas e acrónimos.
  5. Os Artigos não podem incluir hiperligações (links), endereços web (URL) ou qualquer código HTML.
  6. Os Artigos não podem incluir moradas, endereços de e-mail ou números de telefone.
  7. É proibido ferir ou incentivar a ferir estas regras, mesmo com recurso ao humor, ao sarcasmo, à referência indireta ou à citação.

 

Em caso de dúvida, por favor entre em contacto connosco através do endereço de correio eletrónico: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. 

“Porquê a DIPROF?” por Jorge Humberto Dias

 

A DIPROF (Associação pela Dignificação da Profissão de Professor) foi fundada a 27 de abril de 2018 por 23 professores de várias áreas e níveis de ensino.

No entanto, a história não começou nesse dia.

O movimento começou nas redes sociais, quando criei, em novembro de 2017, o grupo “Iniciativa PARA UMA ORDEM DOS PROFESSORES”, que atualmente já conta com quase 27.000 membros. Aos poucos fui convidando colegas que se manifestavam interessados em colaborar de forma mais ativa no processo de criação da Ordem dos Professores.

Através de um Formulário Online, feito pelo professor João Marco, foram identificados cerca de 300 professores (25%) motivados para trabalhar na criação da Ordem. No total, responderam, voluntariamente, cerca de 1200 professores. Nem todos tinham uma opinião formada sobre o significado de um Ordem dos Professores (39%), mas todos tinham interesse em saber mais. 36% não tinham disponibilidade para trabalhar no projeto. Como era impossível trabalhar com 300 pessoas numa equipa, perguntámos quem estaria disponível para organizar um encontro nacional. Cerca de 30 disponibilizaram-se. Criámos então um grupo de trabalho apenas para esses. Mais tarde, decidimos criar a “DIPROF – Associação pela Dignificação da Profissão de Professor”, e 23 quiseram ser sócios fundadores.

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As Ordens Profissionais... Por José Lima

Sou marido e filho de professoras, dou aulas num instituto politécnico e, além disso, sou membro de duas ordens profissionais. Julgo ter a experiência pessoal para poder dar um contributo válido a esta discussão, até porque muitos dos comentários que tenho lido fazem-me pensar naquelas pessoas que não gostam de sushi mas também nunca provaram. 

Tenho lido que os professores “não precisam de ordem nenhuma” porque têm os sindicatos. Os sindicatos, que por acaso são mais de vinte, são organismos orientados para a negociação salarial atuando mais ou menos da mesma forma desde o 25 de Abril, com os resultados que são do conhecimento de todos. Poderão alguns arguir que estávamos bem pior sem eles, pois bem, também estávamos bem pior sem água nas torneiras ou eletricidade, e não é por isso

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Na minha opinião... por Florbela Mascarenhas

 Caros Colegas,


Face ao que tenho lido em vários comentários, no que respeita à possível existência de uma Ordem dos Professores, em boa verdade vos digo que de facto defendo a Ordem e tudo farei para que esta seja uma realidade. Para isso, temos estado a trabalhar em equipa,com a certeza de que será este o caminho.


Tenho lido vários comentários, muitos deles denotando uma total ausência de conhecimento, o que é preocupante...

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